Gestantes devem receber orientações específicas para isolamento social (ISOLAMENTO, ISOLAMENTO, ISOLAMENTO). Afastamento do trabalho ou home office sempre que viável, independente da fase da gravidez (não temos dados de segurança em nenhum trimestre).
Cuidado especial com gestantes trabalhando na linha de frente (profissionais de saúde e todos que lidam com pacientes): para maior proteção afastamento ou trabalho remoto.
Diminuir os contatos desnecessários de gestantes com profissionais e serviços de saúde, salvo o essencial (consulta pré-natal e exames indispensáveis, evitar exames fúteis e ecografias “recreativas”. Alternar consulta presencial com contato on-line para exibir resultados de exames.
Seguir a rotina do Ministério da Saúde (seis consultas e exames indicados). Atendimento em áreas específicas dos serviços sem contato com doentes, horários afastados, manter distância, garantir suprimento de álcool gel, orientação e triagem dos sintomas antes da consulta). EVITAR visitas na gestação, mesmo em casa, o que inclui todas as que estão assintomáticas ou em isolamento.
Cuidados redobrados com isolamento, higiene, distanciamento para os contatos domiciliares de gestantes e puérperas (quem mora na mesma casa). Apenas equipe essencial em contato com parturientes e gestantes internadas (idealmente uma parteira/EO ou obstetriz para o baixo risco, equipe médica mínima indispensável no alto risco – ou o que for viável em cada cenário).
Presença racional de pediatra em sala de parto quando necessário (deve estar disponível mas não obrigatoriamente dentro da sala, salvo necessidade). Apenas um acompanhante sem sintomas e fora dos grupos de risco (checklist rigoroso na entrada), sem trocas, rodízios, sem circular, durante o trabalho de parto.
Evitar procedimentos desnecessários que exponham gestantes e parturientes a maior tempo de internação (indução desnecessária, cesárea desnecessária).
EVITAR visitas a puérperas e recém-nascidos, durante a internação e em casa.
Tudo isso deve ser seguido ainda mais à risca se há gestantes ou puérperas com comorbidades ou fatores de risco descritos na literatura.
Tudo isso deve ser seguido ainda mais à risca se há gestantes ou puérperas com comorbidades ou fatores de risco descritos na literatura (pressão alta, diabetes, asma, outras doenças cardíacas ou pulmonares, imunossupressão, obesidade etc.)
Texto de @melania44